ENERGIA LIMPA

Energias renováveis que não causam poluição, são chamadas de energias limpas: solar, eólica, geotérmica, maremotriz e hidráulica.

Combustíveis fosseis são só meios de geração de energia derivados de petróleo que se transformam em gasolina, óleo, diesel etc…

Temos também o gás natural e o carvão mineral que foram gerados a mitos anos atrás através da decomposição de seres vivos, vegetais e animais, os mesmos são usados em usinas termelétricas, a combustão desses combustíveis libera calor que aquece a água, gerando vapor, que movimenta uma turbina, produzindo energia elétrica.

Como já sabemos nada se cria tudo se transforma, a queima desses combustíveis gera calor e energia elétrica e também gases e resíduos, que trazem uma série de problemas ambientais por serem poluentes, ao serem queimados os mesmos são liberados na atmosfera e um desses gases é o dióxido de carbono, que é um gás que intensifica o famoso efeito estufa além da má queima do mesmo ainda gerar o monóxido de carbono que produz as famosas chuvas acidas, é nítida a qualidade do ar de uma cidade do interior ou de sítios comparadas com grandes cidades e metrópoles, é notável uma extensa massa de ar cinza sobre as grandes cidades.

Mas o maior problema ainda é que os combustíveis fosseis são de fontes finitas, e vão acabar, não se sabe ao certo quanto tempo  ainda vão durar.

Entre esses novos modelos energéticos estão a energia solar, a eólica, a geotérmica, amaremotriz, a hidráulica e a nuclear.

SISTEMA ON GRID

O inversor interativo – ou inversor grid-tied – recebe a energia gerada pelas placas solares, em corrente contínua (CC), e a transforma em energia elétrica de corrente alternada (CA), com forma de onda igual à energia elétrica fornecida pela distribuidora local.

O inversor fotovoltaico interativo também age como um misturador de energia, que mistura a energia solar à energia elétrica convencional, permitindo a utilização de qualquer equipamento consumidor de energia elétrica que esteja ligado à rede (secador de cabelo, ar condicionado e geladeira, por exemplo).

Um sistema on grid trabalha em paralelo com a rede pública de distribuição de energia elétrica, ou seja, opera da mesma forma que uma usina elétrica convencional.

A diferença está na sua pequena potência, se comparada com uma grande usina hidrelétrica, e também no local de instalação, que geralmente fica no telhado ou cobertura do imóvel, quando é localizado em zona urbana.

Após a instalação e funcionamento, toda a energia gerada pelos painéis fotovoltaicos (placas solares) é transformada pelo inversor grid-tied e injetada no quadro geral da unidade consumidora (sua casa, por exemplo). Sendo assim, essa energia alimentará a rede como um todo.

Os aparelhos ligados à rede elétrica se alimentarão dessa energia e, caso a potência gerada no momento seja superior à potência dos aparelhos que estejam ligados ao mesmo tempo, uma parte da energia (ou o  excedente da energia) será exportada para a rede, passando pelo medidor de energia da distribuidora (o relógio de luz), que computará essa energia como energia elétrica injetada.

O medidor deve ter essa capacidade de mensurar a energia elétrica fluindo nos dois sentidos (entrada e saída) e por isso deve ser do tipo bidirecional.

A distribuidora instala, gratuitamente, esse medidor, por definição da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), logo após a inspeção e aprovação (também gratuitas) do sistema fotovoltaico conectado à rede (on-grid).

SISTEMA OFF GRID

Os sistemas isolados ou autônomos para geração de energia solar fotovoltaica são caracterizados por não se conectar a rede elétrica. O sistema abastece diretamente os aparelhos que utilizarão a energia e são geralmente construídos com um propósito local e específico. Esta solução é bastante utilizada em locais remotos já que muitas vezes é o modo mais econômico e prático de se obter energia elétrica nestes lugares. Exemplos de uso são sistemas de bombeamento de água, eletrificação de cercas, geladeiras para armazenar vacinas, postes de luz, estações replicadoras de sinal, etc.

A energia produzida é armazenada em baterias que garantem o abastecimento em períodos sem sol.

Os sistemas isolados de geração de energia solar fotovoltaica, de maneira simplificada, são compostos de quatro componentes:

  • Painéis solares ou placas solares:São o coração do sistema e geram a energia elétrica que abastece as baterias. Tem a propriedade de transformar a radiação solar em corrente elétrica contínua. Um sistema pode ter apenas um painel ou vários painéis interligados entre si.
  • Controladores de carga:São a válvula do coração e garantem o correto abastecimento das baterias evitando sobrecargas e descargas profundas, aumentando sua vida útil.
  • Inversores:São o cérebro do sistema e tem a função de transformar corrente continua (CC) em corrente alternada (AC), e levar a tensão, por exemplo, de 12V para 127V. Em alguns casos pode ser ligado a outro tipo de gerador ou à própria rede elétrica para abastecer as baterias.
  • Baterias:São o pulmão do sistema e armazenam a energia elétrica para ser utilizada nos momentos em que o sol não esteja presente e não haja outras fontes de energia.


USINA SOLAR

usina solar


USINA SOLAR

A usina solar, também conhecida como parque solar, é um sistema fotovoltaico de grande porte (sistema FV) projetado para a produção e venda de energia elétrica. As usinas de energia solar se diferenciam dos sistemas fotovoltaicos instalados em casas e indústrias pois elas fornecem energia em alta tensão para fins de distribuição e não para o autoconsumo.

Os inversores entregam a energia produzida pelos painéis fotovoltaicos em até 380Volts. Para a transmissão de energia nas linhas de alta tensão é preciso de uma tensão bem mais alta que isso, portanto utilizam-se transformadores para elevar a tensão para 13.800Volts, 69.000Volts, 138.000Volts e até acima de 230.000Volts.